Por um critério o título não cabe a uma proposição lógica. Se prevalece a liberdade não precisa da desobediência nas ações. Os costumes seguem normalmente por não haver uma imposição. Na filosofia isto fica muito claro.
Com a lei seca o brasileiro ficou condicionado a uma lei criminalizando qualquer atitude para aqueles que fazem uso das bebidas. Mas isto se estendeu para o rigor das leis de trânsito como o uso do cinto de segurança e o uso das cadeiras de criança. Até aí não há nenhum problema.
No Paraná um deputado bêbado em plena época de votação das leis contra as bebidas no trânsito matou dois cidadãos. Sendo que as leis são feitas pelo legislativo e os deputados são os membros votantes que elaboraram as leis. Na mesma carona se descobriu os deputados daquela assembléia, quase todos, com carteiras de motorista que deveriam ser devolvidos e caçados pela quantidade de irregularidades no trânsito. E aqui começa o problema daqueles que tinham que ser o exemplo fazendo as leis.
A mídia no geral em suas pautas de reportagens sempre usam ongs para conscientização dos cidadãos para terem um bom senso no trânsito. Só que o trânsito tem suas leis impostas e toda conscientização do uso das ferramentas previstas por lei já não precisam de conscientização no tom de liberdade. Não existe a liberdade já que é sujeito a punição. E a dubiedade é visivelmente contraditória podendo conviver. Se existe a ditadura do trânsito é inviável a conscientização plena com o uso da imposição. Mesmo falando de leis para benefício comum. Leis são feitas para impor ao comum uma regra. E não pode haver um mesmo discurso como se fosse duas coisas no uso de uma mentalidade prática e numa reflexão que se pode chegar na contradição. Os sentidos filosóficos não permitem. E isto se transforma em uma demagogia.

O grande problema da democracia é a demagogia vigente. Não há um dispositivo para bloquear o seu uso indiscriminado. Tudo leva a um sentido contrário que a população percebe. O discurso político não tem objetivos e sim da distorção do objetivo. E abre brecha para a corrupção.
A sociedade pensada numa atmosfera da ciências sociais é uma consciência coletiva. E de certa maneira um espécie de inconsciente prevalecendo. Quando a mídia faz usos destas demagogias ela perde os valores de uma comunicação de qualidade. Uma comunicação que é entre o público e o espetáculo. Quando ela carrega o espetáculo deprimente nas costas acaba sendo responsabilizado pelos atos dos tais. E o pior de tudo isto é que ninguém percebe a responsabilidade pela condução das ações diante da cidade. Cidade aqui numa conotação antropológica do homem grego. Estão transformando nossas vidas num inferno e continuam com as demagogias.
Democracia e demagogia são da mesma família sem leis que separem ela. O cidadão percebe e sem saber promove uma reação com a desobediência civil. Muito dos casos de acidente a mídia carrega a responsabilidade pelo mal uso da comunicação. Porque não tem a percepção do uso das armas que carrega nas mãos. E uma desobediência que não é de um ou dois. Todos percebem. Não eu claro, que se dirigi um carro por um quilômetro por ano foi muito. Não preciso deste discurso que compromete uma civilidade contemporânea burra.
Democracia não existe. E as próprias condições e discursos da democracia dizem isto. É só colocar na lógica que tudo que é acaba sendo o inverso. Existem pesquisas do simulacro pertinente neste caos. Pode ser que existiu democracia no Brasil. Mas os próprios mecanismos enquadraram ela. Não existiu na transição de 1988, com aqueles que viveram lá sabem das posturas e movimentos políticos da época, e não são estes que falam ser. O Brasil tem que ter um mínimo de verdade para ser viável. Eliminar todos os discursos que relativizam o objeto. O Brasileiro anda cansado do discurso que não dá certo e que acaba invertendo as polaridades. É muito impostos para pouco serviço útil.
Democracia não existe. E as próprias condições e discursos da democracia dizem isto. É só colocar na lógica que tudo que é acaba sendo o inverso. Existem pesquisas do simulacro pertinente neste caos. Pode ser que existiu democracia no Brasil. Mas os próprios mecanismos enquadraram ela. Não existiu na transição de 1988, com aqueles que viveram lá sabem das posturas e movimentos políticos da época, e não são estes que falam ser. O Brasil tem que ter um mínimo de verdade para ser viável. Eliminar todos os discursos que relativizam o objeto. O Brasileiro anda cansado do discurso que não dá certo e que acaba invertendo as polaridades. É muito impostos para pouco serviço útil.
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